
Parte do teto
de uma das salas da Delegacia de Polícia Civil de Ceará-Mirim, na
Grande Natal, desabou na manhã desta segunda-feira (25) e por pouco não
feriu um dos agentes. De acordo com os policiais que trabalham no
prédio, esse foi o segundo incidente do tipo ocorrido em menos de dois
meses.
Ao G1,
o diretor administrativo da Delegacia Geral Polícia Civil do Rio Grande
do Norte, Gustavo Santana, disse que não sabia do incidente. "Não
estava sabendo de nada. No mês passado já havíamos feito um serviço de
reparo no prédio. Agora vamos enviar uma equipe até a unidade para
averiguar se esse incidente está relacionado com o serviço de manutenção
feito há um mês", disse ele.
A sala onde o
teto caiu pertence ao chefe de investigação da delegacia, o agente
Anderson Flávio Barbosa, que saiu ileso do incidente. Segundo ele, o
caso só não foi mais grave porque ele saiu do local pouco antes do teto
vir ao chão. "Eu estava sentado quando um amigo chegou na porta da minha
sala. Tive o impulso de levantar para cumprimentá-lo e foi aí que eu
escutei um barulho parecido com o de uma chuva. Pouco depois que eu
levantei o teto veio a baixo bem onde eu estava", falou o agente ao G1.
De acordo com
Anderson, o teto tinha algumas rachaduras e não aparentava estar em
condições ruins. "O teto estava um pouco rachado, mas não parecia ser
algo muito preocupante. Se eu não levanto tinha caído tudo aquilo na
minha cabeça. Foi por muito pouco", disse.
Casos parecidos em pouco mais de um mês
Anderson
relatou ainda que essa foi a segunda vez que o teto da delegacia
desabou. Na primeira, o delegado quase foi a vítima. "Há pouco mais de
um mês, caiu parte do teto da sala do delegado. Essa delegacia está
abandonada. Se já caiu essas duas vezes, pode muito bem cair outra parte
do prédio", lembrou o agente.
Ainda de acordo
com ele, ainda não há previsão para o reparo no teto da delegacia. "Não
sabemos ainda quando vai ser feito o reparo. Ainda não fomos procurados
por ninguém da área de segurança. Se nós não corrermos atrás, fica por
isso mesmo", lamentou o agente.
fonte Márcio Melo via G1/RN